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Aedes aegypti pode passar doença fatal para o seu cão

Data da Noticia 20/02/2016

Não é dengue. Não é chikungunya. Não é zika. Mas o transmissor é o mesmo: o temidoAedes aegypti. Embora prefiram sangue humano, como explica o professor André Luís Fonseca, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, o mosquito também ataca os cães, que desenvolvem a dirofalariose canina, conhecida como “verme do cão”.  

Um estudo da Zoetis Brasil, empresa especializada em produtos veterinários, mostra que cerca de 32% dos animais da região litorânea do Paraná sofrem com a doença, uma vez que altas temperaturas são consideradas ideais para que os mosquitos transmissores (Aedes e Culex) se reproduzam. “Essa é uma doença causada por um parasita que tem tendência a se abrigar no coração e pode provocar embolia pulmonar e cardíaca, podendo levar à morte”, alerta Thais Casagrande, coordenadora do curso de medicina veterinária da Universidade Positivo. 

Não é dengue. Não é chikungunya. Não é zika. Mas o transmissor é o mesmo: o temidoAedes aegypti. Embora prefiram sangue humano, como explica o professor André Luís Fonseca, da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, o mosquito também ataca os cães, que desenvolvem a dirofalariose canina, conhecida como “verme do cão”.  

Um estudo da Zoetis Brasil, empresa especializada em produtos veterinários, mostra que cerca de 32% dos animais da região litorânea do Paraná sofrem com a doença, uma vez que altas temperaturas são consideradas ideais para que os mosquitos transmissores (Aedes e Culex) se reproduzam. “Essa é uma doença causada por um parasita que tem tendência a se abrigar no coração e pode provocar embolia pulmonar e cardíaca, podendo levar à morte”, alerta Thais Casagrande, coordenadora do curso de medicina veterinária da Universidade Positivo.

Transmissão:

Para que ocorra a transmissão, o mosquito tem que picar algum animal doente, se infectar e depois picar outro cão sadio. Após a picada, o parasita entra na corrente sanguínea do animal e o cão começa a apresentar os sintomas. “Tosse, falta de ar, emagrecimento, cor escura da língua e intolerância ao exercício só são aparentes depois de alguns meses que o animal já está infectado”, explica Papa.

Os veterinários orientam que, caso o animal vá viajar para um local com casos da doença, que ele receba um vermífugo com no mínimo 15 dias de antecedência da viagem. Sprays inseticidas também podem funcionar para prevenção, tendo eficácia de até 98% durante 30 dias. Mas o ideal é associar com o remédio. Outras medidas preventivas: apostar em coleiras especiais e, é claro, impedir a reprodução do mosquito, evitando deixar água parada.  



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  • Autor: AU Online
  • Imagens: Internet

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